Reportagem no jornal "Primeiro de Janeiro"

Reportagem no jornal "Primeiro de Janeiro" a Jacomo Ramos & Pinto Lda

De: Jacomo Ramos & Pinto Lda  04/12/2008
Palavras-chave Serviços, Informática Ao Domicílio, Prestação Serviços Informática

O Jornal "Primeiro de Janeiro" publicou uma entrevista com a Jacomo Ramos Pinto Lda, no seu caderno/suplemento dedicado aos serviços ao domicílio. Veja esta reportagem no nosso site, na secção de notícias. Aqui fica a reprodução do artigo:«A massificação da utilização dos computadores nas empresas e nos lares portugueses, veio criar novas necessidades. Qualquer avaria no sistema informático pode ser responsável por danos significativos nos seus negócios e actividades diárias, devido à perda ou alteração de toda a informação guardada no computador». Esta é a mensagem que pretende criar parcerias úteis e para a vida. A Jacomo Ramos Pinto foi criada para solucionar qualquer problema informático, prestar assistência técnica e aconselhamento sobre software e hardware de empresas e clientes profissionais e particulares/domésticos. Estão no mercado como empresa desde Outubro de 2002 mas os seus mentores já prestavam serviços quando estavam a terminar o 12º ano do Curso Tecnológico de Informática. Criaram a empresa para dar credibilidade e segurança aos clientes que requisitavam os seus serviços e para poderem aumentar o seu volume de negócios e abranger outros sectores do mercado, como as empresas. “Criámos uns panfletos que andámos a distribuir, eu e um dos meus sócios (João Pinto), também fizemos publicidade num suplemento da área da informática e na Internet”, um projecto inovador, pois não eram muitas empresas que prestavam este serviço e com o objectivo de continuarem na área onde se tinham formado, “foi uma época em que existiam apenas algumas lojas de informática mas eram só as mais conhecidas e tínhamos a percepção que a nível de serviços não havia nada deste género. Os clientes/utilizadores tinham que deslocar-se às lojas com o computador, porque ao domicílio era raro prestarem o serviço necessário ou então só iam buscar os computadores para os arranjarem nas lojas e com preços muito elevados, nós como tínhamos uma estrutura pequena, na altura, também tínhamos preços mais acessíveis para o nosso cliente”, explica Luís Ramos, o rosto da empresa. Os clientes, a concorrência e o mercado O mercado físico que a Jacomo Ramos Pinto abrange é essencialmente a Área Metropolitana do Porto, mas também têm clientes em Ponte de Lima, Braga ou Lisboa, por exemplo. Os clientes que procuram os serviços da empresa de informática têm vindo a alterar-se desde o final do ano passado, “até Outubro do ano passado tínhamos cerca de 60 por cento de clientes domésticos e 40 por cento de empresas, neste momento houve uma alteração e temos 70 por cento de empresas como clientes e 30 por cento de domésticos. Mas nunca vamos abandonar ou relegar os clientes domésticos pois foi com eles que iniciámos esta aventura, temos alguns fidelizados que estão connosco desde os tempos da universidade, antes de constítuirmos empresa”. Para este empreendedor o problema que existe no sector é a desconfiança que muitas vezes os clientes têm dos serviços que as empresas de informática prestam devido a erros que foram cometidos e que se vão repetindo, como facturas muito altas ou serviços que não foram os necessários ou do agrado do cliente, para além dos “entendidos” que surgem a nível de clientes domésticos. “Existe sempre alguém que tem um amigo que percebe de informática e muitas vezes o erro é maior. A nossa quota de mercado empresarial também aumentou por causa da desconfiança que existe com empresas deste ramo. Nós vamos substituir empresas da concorrência, devido à má relação preço/qualidade dos serviços prestados, mas também devido à falha ou inexistência de aconselhamento na compra de equipamentos informáticos e de serviço pós-venda”, esclarece Luís Ramos. A mais-valia que a Jacomo Ramos Pinto quer prestar aos seus clientes e que a destaca da concorrência é uma relação de honestidade que quer estabelecer com estes dois sectores distintos mas que fazem parte da mesma conjuntura. “Nós aconselhamos à medida das necessidades reais das empresas e dos particulares pois hoje o necessário é optimizar. Fazemos contratos de manutenção com empresas, o primeiro contacto é sempre feito por mim, e acompanhamos todas as assistências com documentação e folhas de obra, para termos o registo do que foi feito. No fundo, um pequeno historial que servirá também de consulta e aconselhamento para sabermos quais as necessidades dos clientes e para o cliente conhecer o investimento que foi feito. Aos clientes que têm contrato enviamos também relatórios mensais. Com os clientes particulares, como não precisam de um serviço tão regular, fazemos contratos trimestrais que normalmente incluem um pacote de visitas onde se garantem visitas mínimas e máximas durante esse espaço de tempo e onde prestamos serviços como cópias de segurança, recuperação a nível de software, entre outros. As empresas nossas clientes são PME’s e micro e pequenas empresas. Quando achamos que não temos as melhores soluções indicamos outros serviços ao cliente procurando sempre aquilo que ele realmente precisa, mesmo que seja na concorrência. Não queremos esgotar o mercado nem ser apenas mais uma empresa mas ter uma relação baseada na honestidade”, desenvolve acrescentando que “o que procuramos sempre é permitir que a informática sirva da melhor forma cada cliente, com uma solução personalizada, de acordo com os seus problemas e necessidades. Queremos que a informática seja uma ferramenta de ajuda e facilitação para o cliente e não uma que lhe complique mais a vida e lhe traga problemas”. Focando ainda o mercado e a concorrência Luís Ramos explica que os preços que praticam para os serviços que desenvolvem estão abaixo de mercado, “a nível de hardware não somos os mais baratos porque o serviço que prestamos situa-se numa gama média e inclui normalmente a montagem e configuração, mas quando não conseguimos estabelecer o preço que achamos conveniente para o cliente aconselhamos outro sítio. Na prestação de serviços também nos destacamos da concorrência, na parte da documentação, da especialização e certificação dos técnicos que trabalham na Jacomo Ramos Pinto porque mesmo sendo um mercado difícil de acompanhar, devido a toda a evolução, tentamos sempre estar a par das novidades nos produtos que disponibilizamos, frequentando, por exemplo, as formações dos nossos parceiros. Estamos sempre atentos ao mercado (consultando notícias, blogs, podcasts – nacionais e internacionais) para conseguirmos dar resposta às suas necessidades e para aconselharmos os nossos parceiros de qual é o caminho a seguir.”, conclui. Mesmo com uma crise económica que não é propícia a arriscar em novas aventuras, com muita concorrência e num mercado que desconfia do sector informático, por culpa dos seus agentes, o balanço que este empresário faz é positivo, “se houver vontade de trabalhar e de se especializarem em alguma área ainda há mercado e neste momento acho que a assistência tem vindo a melhorar, existe mais qualidade nas pessoas que prestam esse serviço”. Produtos e serviços A nível de produtos e serviços a Jacomo Ramos Pinto tem parcerias com várias empresas: o software de gestão da PHC, os sites para empresas com a LV Engine, o alojamento e os domínios dos mesmos com a Ciberconceito, fazendo também a parte de marketing, publicidade e SEO (Search Engine Optimization) para os sites dos clientes obterem melhores resultados nos vários motores de busca na Internet, nacionais e internacionais. Na venda de hardware têm parcerias com a Brother, a Asus, a Linksys, APC e a X64 . Os técnicos especializam-se sempre nos produtos e nos serviços que comercializam, “queremos conhecer melhor os produtos quer a nível técnico, quer comercial, e especializamo-nos nestas marcas porque confiamos nelas”. Também trabalham com a Exchange e facilitam o crédito aos seus clientes, pois cada vez mais são necessárias parcerias deste género. Para facilitar e optimizar as necessidades dos seus clientes desenvolvem programas à medida dos mesmos para poderem tirar o máximo partido do investimento que realizam. A assistência domiciliária que é a imagem de marca e foi o motivo de arranque para uma empresa que se destaca da concorrência pela prestação de serviços de qualidade e confiança, é uma valência cada vez com mais importância, “quando começámos fomos inovadores. Estamos disponíveis 24h por dia e temos o telemóvel sempre disponível para qualquer emergência. Tentamos, a nível de empresas, ir no horário de expediente e ao domicílio o horário é normalmente pós-laboral, que é a altura que os clientes estão em casa ou, caso tenham algum familiar que nos possa atender, vamos no horário que eles definirem. Neste momento não cobramos nada extra por esse serviço pós-laboral porque percebemos que é quando os clientes têm disponibilidade. O que também costuma acontecer é que a assistência em vez de ser à noite acaba por se realizar de manhã, antes de ir para o trabalho ou para a faculdade, mas o horário de atendimento estende-se as 24h por dia. Já tivemos mensagens a meio da noite, mas chamadas urgentes nunca aconteceu”, esclarece Luís Ramos. Projectos de futuro Para o futuro a Jacomo Ramos Pinto quer continuar a prestar um serviço de excelência que os destaca dos demais, a apostar na formação e expandir o negócio para o mercado lisboeta, que neste momento e segundo a pesquisa de mercado que efectuaram junto dos seus clientes apresenta lacunas que lhes abre uma nova oportunidade, “achamos que é um mercado que tem potencialidades, queremos continuar a servir os nossos clientes, que também têm negócios no Sul, com a assistência a que estão habituados, ainda não decidimos se vai ser uma filial ou se iremos começar apenas com uma equipa técnica”, adianta. Estabelecer novas parcerias para terem mais soluções quer a nível de hardware como de software e começar a apostar na formação, em empresas, ao domicílio e na loja, num espaço reservado para esses fins: “O mercado dos computadores portáteis aumentou muito nos últimos tempos e queremos que os formandos tragam os seus computadores, para poderem trabalhar com as ferramentas e terem a interacção necessária que lhes permite continuar a desenvolver o que aprenderam em casa. Talvez em grupos até quatro formandos para poder dar-lhes a atenção necessária para lhes ensinar as noções básicas de informática, pois estas são muito importantes”. O aconselhamento dos seus clientes, particulares e empresas, continuará a ser um sector a desenvolver e apostar, analisando quais os serviços e produtos que mais necessitam, suprimindo as falhas que possam ter. “Não queremos ser apenas o parceiro que presta um serviço a nível de software ou hardware mas ser um parceiro de negócios válido, que busca constantemente soluções inovadoras, óptimas e o mais rentáveis possível. Não queremos que os nossos clientes façam gastos supérfluos, como por exemplo terem uma impressora por funcionário, em vez de haver uma optimização de todo o parque informático, minimizando os custos do cliente”, conclui Luís Ramos.

Palavras-chave Informática Ao Domicílio, Prestação Serviços Informática, Serviços

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